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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Infertilidade tem solução

Ao receber o diagnóstico de dificuldade de engravidar, a primeira solução que vem à cabeça é a fertilização artificial. Antes de recorrer a ela, porém, especialistas afirmam que é preciso combater os fatores que contribuem para sua diminuição. Para isso, mudanças simples no dia a dia podem ajudar, servindo como alternativa para garantir que a gravidez aconteça. Veja o que especialistas dizem ajudar no caso de infertilidade entre mulheres.

No que diz respeito à alimentação, nos últimos anos seus efeitos na infertilidade estão cada vez mais evidentes. “Alimentos com o uso de pesticidas e herbicidas na agricultura têm contribuído em grande parte para a infertilidade”, afirma Arnaldo Cambiaghi, especialista em reprodução humana do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia (IPGO). Além disso, no caso das mulheres, minerais e vitaminas devem ser administrados junto dos nutrientes, para que possam fortalecer o organismo.

Na hora do sexo, é muito importante estar relaxada, pois o estresse e a ansiedade têm efeitos negativos no organismo. A obesidade também deve ser evitada, já que mulheres obesas têm os hormônios femininos convertidos em masculinos, o que pode prejudicar o processo. Entre as fumantes, largar o vício é fundamental para melhorar a fertilidade porque os componentes do cigarro prejudicam o movimento das trompas.

Detectados pelo médico, problemas orgânicos como deficiências hormonais, hipertensão e diabetes ou comportamentais como depressão, irritabilidade e ansiedade, também devem ser tratados, pois tendem a influenciar no dia a dia do casal e, por consequência, nas tentativas de engravidar.  Feito isso e nada mudou? Ainda existem métodos a base de remédios que devem ser as principais alternativas para que mulheres possam gerar um bebê.

Corrigindo a infertilidade
Quando o objetivo é corrigir a infertilidade, um tratamento eficiente passa, antes de tudo, por uma rigorosa avaliação para que o médico especialista estude o melhor caminho para gestação. Avaliação da anatomia dos órgãos reprodutores, produção hormonal e ovulação são testes solicitados nas clínicas de reprodução. “Na investigação, é descoberta a causa da infertilidade, a partir disto é apontado o tratamento ideal para o casal. Sem isso, não é possível indicar qualquer tipo de medida”, explica Arnaldo.
No caso da mulher, também é preciso entender as causas da infertilidade, pois o tratamento é feito caso a caso, como esclarece Mariangela Badalotti, especialista em reprodução humana do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). “O tratamento é sempre voltado para a causa, nunca universal.” Distúrbios hormonais que impedem a ovulação são causas mais comuns, seguidos de síndrome dos ovários policísticos, problemas nas trompas ou tubas uterinas, endometriose e ligadura das trompas.

Indução da ovulação
Medicamentos são usados na técnica de indução da ovulação, também conhecida como coito programado para aumentar a produção de óvulos. De acordo com os especialistas, é a opção mais comum, podendo ser feita com comprimidos ou injeções, normalmente em mulheres com síndrome de ovários policísticos e idade inferior a 35 anos. 

Os remédios atuam favorecendo a liberação de óvulos. O resultado aumenta em 12% a possibilidade de gravidez, com expectativa de tratamento entre dois a quatro meses. Nesse caso, a formação do óvulo é monitorada por ultrassonografia endovaginal, atingido o tamanho esperado, a ovulação é induzida com medicamento adequado. No período, o casal é orientado a ter relações sexuais, aumentando a chance de fecundação.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A importância do cálcio, ferro e ácido fólico na saúde da mulher

Meninas eu acho essa matéria de suma importância para nós mulheres, pois devemos cuidar muito da nossa saúde na juventude para termos uma velhice mais saudável e tranquila.
Pensando nisso fui atrás de algumas informações que são muito importante para nós.
A matéria é um pouco extensa mais vale a pena ler.

"As mulheres, assim como os homens, devem ingerir uma alimentação equilibrada e variada, com cereais integrais, frutas, vegetais, gorduras mono e poliinsaturadas, laticínios e carnes com pouca gordura. Entretanto, as mulheres têm necessidades especiais nos diferentes estágios de suas vidas e devem atentar para o consumo de alguns nutrientes especiais, como ferro, ácido fólico e cálcio.

Ferro
O ferro é um dos alicerces para uma ótima saúde e energia. Problemas no ciclo menstrual podem indicar baixos níveis de ferro no organismo, geralmente decorrentes da deficiência no consumo ou na absorção do mineral. A ingestão adequada de ferro (DRI) para mulheres entre 19 e 50 anos é de 18 mg/dia.
As boas fontes de ferro da alimentação incluem as carnes vermelhas, frango, peru, porco, peixes, feijão, lentilha, vegetais de cor verde escura, como couve ou espinafre, e alimentos fortificados. A absorção do ferro dos alimentos de origem vegetal é aumentada quando ingeridos junto à uma fonte de vitamina C, como morango, limão, laranja, entre outros.
Na gravidez, há um aumento das necessidades deste mineral para suprir a expansão da massa eritrocitária da própria gestante, a formação do sangue da placenta e do feto e, ainda, para compensar as perdas durante o parto.
A dieta normal nem sempre é suficiente para suprir as necessidades de ferro na gestação. Por isso, tem sido proposta a suplementação de 27 mg/dia de ferro elementar ou sulfato ferroso a partir do segundo trimestre de gestação, e de 9 mg/dia para lactantes (ou 10 mg/dia para lactantes com idade inferior a 18 anos).

Ácido fólico
O ácido fólico é a vitamina B9 do complexo B. Também conhecido como folato, quando encontrado naturalmente nos alimentos (termo genérico para os compostos que têm atividade vitamínica similar a do ácido).
Na fase gestacional, o ácido fólico é necessário para prevenir defeitos de fechamento do tubo neural, como anencefalia e espinha bífida, além de lábio leporino e fenda palatina; malformações cardíacas e do trato genito-urinário; prematuridade e baixo peso ao nascimento.
A suplementação de folato deve ser iniciada ainda antes da concepção, pois o tubo neural, estrutura precursora do cérebro e da medula espinhal, se fecha de 22 a 28 dias após a concepção, ou seja, antes mesmo da mulher constatar a gravidez, que geralmente acontece somente após o atraso da menstruação, em geral 20 a 30 dias após a concepção.
O folato age como coenzima em várias reações celulares fundamentais e é necessário na divisão celular, principalmente quando há crescimento rápido.
A suplementação de ácido fólico três meses antes da concepção e nos três primeiros meses da gestação é suficiente para reduzir em até 95% os problemas de malformação fetal.
Como a gestação nem sempre é programada, recomenda-se o consumo de alimentos ricos em ácido fólico todos os dias.
Assim, a suplementação de ácido fólico deve ser de 400 mcg/dia para as mulheres que pretendem engravidar, de 600 mcg/dia para gestantes e de 500 mcg/dia para lactantes, além do ácido fólico consumido naturalmente na dieta.
As principais fontes alimentares de ácido fólico são espinafre, feijão branco, aspargos, couve de bruxelas, soja e derivados, laranja, melão, maçã, brócolis, gema de ovo, fígado, peixes, gérmen de trigo, salsinha, beterraba crua e amendoim. Deve-se, no entanto, evitar o cozimento prolongado dos alimentos, que pode destruir até 90% do ácido fólico.

Cálcio
Para a boa saúde dos ossos e dentes, as mulheres necessitam ingerir uma variedade de alimentos ricos em cálcio, além de aproximadamente três porções diárias de leite ou laticínios, principais fontes alimentares desse mineral.
A osteoporose está entre as principais morbidades que acometem a mulher no climatério. Nesta fase da vida, as mulheres estão especialmente vulneráveis em decorrência da progressiva redução da função ovariana e, consequentemente, da produção diminuída de seus hormônios esteróides. Este processo inicia-se a partir dos 35 anos, quando a mulher apresenta redução lenta de massa óssea, acentuando-se após os 50 anos, com a menopausa."

Bjks








quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ideias para baixar o colesterol

Altos níveis de colesterol no sangue podem representar um sério risco. Mas a boa notícia é que, de acordo com um estudo canadense publicado no American Journal of Clinical Nutrition, apenas uma dieta saudável já ajuda a baixar esses níveis, além de aumentar sua disposição. O estudo concluiu que um regime rico em fibras e vegetais tem o mesmo poder dos remédios de estatina, usados para baixar o LDL, considerado como o colesterol ruim.

Clara Giacomosi, nutricionista de São Paulo, concorda com o estudo e fala sobre os alimentos que devem ser reforçados na dieta de quem precisa cuidar do colesterol. “As frutas, legumes e vegetais contém as fibras mais indicadas para inibir a absorção do colesterol pelo intestino”, afirma. “Também as proteínas derivadas da soja, além de terem essa mesma função, ainda contêm fitosterol, uma substância que ajuda a baixar os níveis de colesterol”.


Outra recomendação da nutricionista é reduzir a quantidade de gorduras saturadas ingeridas. “Para quem tem colesterol alto, é hora de optar pelos alimentos light, que são melhores para a saúde”, diz ela. De acordo com Clara, substituir o leite integral pelo desnatado, e ainda diminuir o consumo de carne vermelha também são medidas importantes. “Prefira as carnes brancas, como aves e peixes, que têm baixo nível de gordura”, aconselha.


Clara ensina ainda a grelhar os alimentos em vez de fritá-los. “Grelhar preserva as vitaminas, principalmente dos legumes”, diz. A nutricionista observa que mudar a própria dieta não precisa ser vivido como um processo sofrido, mas sim como um estímulo à busca de uma vida mais saudável. “Se você se sentir desanimado, pense que com essa nova dieta também será possível perder uns quilos extras”, sugere. Todos os recursos, enfim, valem a pena para ajudar a manter a disciplina: como diz a nutricionista, “colesterol alto é coisa séria”.


Se você não dispensa a bebida alcoólica, saiba que isso também não contribui em nada para o sucesso de sua dieta. Mas não precisa cortar o hábito de vez. “Pesquisas mostram que um copo de vinho tinto por dia ajuda a baixar o colesterol em alguns casos. Só não vale abusar”, adverte a nutricionista. Para os que, ao contrário, não costumam beber vinho e cogitam adotar o copo diário, ela recomenda uma visita ao médico antes de começar.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Ansiedade e Estresse como controlar?

Nossa Saúde Mental!

Todo mundo tem medo e ansiedade. O medo é uma resposta emocional, fisiológica e comportamental a uma ameaça externa definida (p.ex., um intruso ou um veículo descontrolado). A ansiedade é um estado emocional desagradável que possui uma causa menos clara e, freqüentemente, é acompanhada por alterações fisiológicas e comportamentais similares àquelas causadas pelo medo. Devido a essas semelhanças, as pessoas comumente utilizam os termos ansiedade e medo de modo indistinto.
A ansiedade é uma resposta ao estresse como, por exemplo, o rompimento de uma relação importante ou a exposição a um desastre potencialmente letal. Uma teoria defende que a ansiedade também pode ser uma reação a um impulso sexual ou agressivo reprimido, o qual ameaça suplantar as defesas psicológicas que normalmente mantêm tais impulsos sob controle. Portanto, a ansiedade indica a presença de um conflito psicológico.
A ansiedade pode manifestar-se subitamente (p.ex., no pânico) ou gradualmente, ao longo de minutos, horas ou dias. A duração da ansiedade pode ser muito variável, desde alguns segundos até vários anos. Sua intensidade pode variar desde uma angústia praticamente imperceptível até um pânico estabelecido.

A ansiedade atua como um elemento dentro de uma ampla gama de respostas de adaptação que são essenciais para a sobrevivência em um mundo perigoso. Um certo grau de ansiedade provê um componente adequado de precaução em situações potencialmente perigosas.
Na maior parte do tempo, o nível de ansiedade de um indivíduo apresenta alterações adequadas e imperceptíveis ao longo de um amplo espectro de estados de consciência que vai desde o sono ao estado de vigília, passando pela ansiedade e o medo, e assim sucessivamente.
Entretanto, em alguns casos, o sistema de resposta à ansiedade funciona incorretamente ou é superado pelos acontecimentos. Neste caso, pode ocorrer um distúrbio da ansiedade. Os seres humanos reagem diferentemente às situações. Por exemplo, alguns acham que falar diante de uma platéia é algo estimulante, enquanto outros se apavoram à simples idéia de fazê-lo.

A capacidade de tolerar a ansiedade varia muito e, por isso, muitas vezes é difícil de se determinar o que significa “ansiedade anormal”. No entanto, quando ela ocorre em momentos inadequados ou é tão intensa e duradoura que chega a interferir nas atividades normais, ela será então adequadamente considerada como um distúrbio.
Os distúrbios da ansiedade podem ser tão angustiantes e interferir de tal maneira na vida do indivíduo que podem levá-lo à depressão. Alguns apresentam distúrbio da ansiedade e depressão ao mesmo tempo, outros apresentam inicialmente um quadro depressivo e, em seguida, um quadro de ansiedade. Os distúrbios da ansiedade são o tipo mais comum de distúrbio psiquiátrico.

O diagnóstico de um distúrbio da ansiedade baseia-se fundamentalmente nos seus sintomas. Contudo, sintomas idênticos aos de um distúrbio da ansiedade podem ser causados por uma doença (p.ex., hiperatividade da tireóide) ou pelo uso de um medicamento ou de uma droga (p.ex., corticosteróides ou cocaína).

Uma história familiar de distúrbio da ansiedade pode ajudar o médico a estabelecer o diagnóstico, uma vez que tanto a predisposição a uma ansiedade específica quanto a predisposição geral à ansiedade freqüentemente têm um caráter hereditário. É importante realizar um diagnóstico preciso, pois o tratamento varia de um distúrbio da ansiedade a outro.

Dependendo do distúrbio, a terapia comportamental, o tratamento medicamentoso ou a psicoterapia, isoladamente ou combinados adequadamente, podem aliviar significativamente a angústia e a disfunção da maioria dos pacientes.



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cuidado com a gripe

Com a chegada do outono, os termômetros começam a registrar temperaturas mais baixas e o ar fica mais seco, o que leva a um aumento de concentração de pessoas em ambientes fechados.  Essa condição favorece a circulação de vírus e bactérias que podem transmitir várias enfermidades, principalmente as doenças respiratórias, como gripes e resfriados.  A incidência de gripe é maior durante as estações mais frias do ano e a doença acomete aproximadamente 10% da população, principalmente entre os meses de maior e agosto.

Apesar de ser aparentemente comum e inofensiva, a gripe deve ser tratada com cuidado e atenção para não levar a complicações mais sérias.

"A gripe não é uma doença simples, ao contrário do que a maioria das pessoas acredita.  A enfermidade é grave e provoca um milhão de mortes por ano no mundo", alerta Elie Fiis, professor doutor responsável pela disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Causada pelo vírus influenza, a gripe provoca sintomas como febre alta, dores no corpo, mal estar, tosse e congestão nasal e, quando não é tratada de maneira correta, pode apresentar complicações e evoluir para doenças como pneumonia bacteriana, sinunite e bronquite.  Para evitar problemas mais graves, o primeiro passo é tratar a doença, procurando a unidade de saúde mais próxima.  A utilização de medicamentos sem indicação médica também pode representar sérios riscos à saúde, pois algumas substâncias têm o poder de mascarar os sintomas e provocar complicações como desenvolvimento de novas enfermidades.

"É muito comum a auto-medicação com expectorante em caso de gripe, mas isso pode piorar os sintomas e desencadear crises de bronquite", esclarece o professor.

Para se proteger, principalmente nos meses mais frios do ano, alguns hábitos simpls de higiene também são fundamentais.
- lavar as mãos frequentemente, cobrir a boca e o nariz com lenço ao espirrar.
Não compartilhar objetos pessoais com pessoas que apresentam sintomas de doenças respiratórias pode ajudara prevenir a transmissão da gripe, que ocorre pelo contato com as gotículas desaliva expelidas ao falar e tossir ou pelo toque em superfícies contaminadas pelo vírus, que pode sobreviver no amibente por até 72 horas e em objetos por até 10 horas.

GRIPE OU RESFRIADO?

Com sintomas similares como tosse, dor no corpo e febre, o resfriado é frequentemente confundido com a gripe, mas apresenta diferenças.  A gripe é causada por um único vírus o influenza, enquanto o resfriado é decorrente de centenas de vírus diferentes.  "Os sintomas da gripe também são mais intensos, por isso o paciente necessita de repouso.  Já o indivíduo resfriado pode continuar exercendo suas atividades normalmente", explica o médico Elie Fiss.  Outra diferença entre as doenças é que os sintomas da gripe permanecem de cinco a sete dias e do resfriado copmum duram em torno de três dias.

CAMPANHA

A vacinação é a melhor forma de prevenir a gripe e tem eficácia de cerca de 80%.  Desde 1999, o Sistema Unico de Saúde (SUS) realiza a Campanha Nacional de Vacinação e imuniza gratuitamente os idosos, que apresentam maior risco de complicações e são responsáveis por 30% das internações.  Neste ano, a campanha será estendida também para gestantes, crinaças menores de 2 anos, trabalhadores da saúde, indígenas.  A campanha será realizada de 25 e abril a 13 de maio em 65 mil postos em todoo País e a meta do Ministério da Saúde é d eimunizar 23,8 milhões de pessoas.  Os pais devem levar as crianças duas vezes ao posto de vacinação para a aplicação da vacina, que será dividida em duas doses, sendo que a segunda deve ser aplicada 30 dias depois da primeira.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Brócolis e couve-flor podem prevenir o câncer de mama

 
 
Eles também ajudam a combater a osteoporose
Os fitoestrógenos são hormônios vegetais que colaboram para a saúde da mulher. Eles têm o poder de combater a ação dos hormônios femininos (estrógenos) relacionados ao processo de desenvolvimento de tumores.

A alta concentração de minerais contidas nesses vegetais também ajuda a combater a osteoporose, doença que atinge os ossos e dimuni a massa óssea, deixando-os ocos e finos.

Para potencializar seus benefícios, o ideal é consumi-los cozido no vapor ou sob pressão. Os processos permitem a retenção dos glucosinolatos. Além de atuar na prevenção do câncer de mama, a couve-flor previne gripes e resfriados; ativa a circulação sanguínea e combate inflamações e os radicais livres.

O brócolis além de prevenis o tumor de mama, próstata e pulmão, ajuda no trânsito intestinal. Ele possui uma grande concentração de vitamina C, flavonóides, glucosinatos e fitoestrógenos.

O sono da Beleza


Durante séculos o sono foi considerado um tempo perdido. Ele tinha a única função de repor as energias gastas no decorrer do dia. Foi somente nos últimos dez anos que o sono passou a ser estudado mais profundamente e a ciência começou a entender que o tempo gasto com o sono é essencial para a nossa saúde.

Uma noite bem dormida ajuda a manter o peso e a memória, fortalece o sistema imunológico, melhora a função do coração, facilita a criatividade e o aprendizado, além de estimular o raciocínio.

Não há dúvidas de que uma boa noite de sono faz bem e é necessária para nosso corpo e mente. E, existem fortes indícios de que a falta de sono pode afetar nossa beleza e poder de sedução.

Quando você não consegue dormir bem, além de ter grande chance de acordar com mau humor, sua aparência pode ficar menos atraente e menos saudável, de acordo com um estudo feito na Suécia.

Parece óbvio, mas os pesquisadores do Instituto Karolinska comprovaram cientificamente, pela primeira vez, que a qualidade do sono influencia muito nossa aparência, além da percepção de atração e saúde que as outras pessoas têm de nós. Os estudiosos acreditam que esta pesquisa é importante especialmente na nossa sociedade que funciona 24 horas por dia e que possui um número cada vez maior de pessoas que sofrem de distúrbios do sono, como a insônia.

Participaram do estudo 23 voluntários com idades entre 18 e 31 anos. Eles foram fotografados entre 14h e 15h em duas ocasiões, uma vez depois de uma noite de sono normal (8 horas dormindo) e uma vez depois de um período de privação de sono de 31 horas (o sono foi interrompido pelos pesquisadores várias vezes). Os fumantes foram excluídos da pesquisa e bebidas alcoólicas foram permitidas até dois dias antes do início do estudo.

As fotos das pessoas com sono normal e com falta de sono foram mostradas para voluntários observadores que não sabiam quem havia dormido bem ou não. Eles relatavam como percebiam os indivíduos das fotos: se eles estavam com expressão facial relaxada ou cansada, saudável ou abatida e atraente ou não atraente.

Os observadores julgaram as fotos das pessoas que dormiram mal como as menos atraentes e saudáveis em comparação com as que dormiram bem. Os estudiosos afirmaram que frequentemente nós conseguimos identificar sinais ínfimos na face do outro, em segundos, que nos indicam instintivamente se a pessoa está com um ar cansado ou não. E fazemos isso, geralmente, de forma inconsciente.

Estes dados nos dão boas notícias: o sono pode ser um grande aliado da mulher no quesito beleza. O "sono da beleza" deixou de ser mito, pois pode proporcionar efeitos embelezadores comprovados.

Dormir cerca de 8 horas por dia pode reduzir as rugas no rosto e no pescoço, e amenizar os traços de cansaço porque durante o sono a hidratação e o suor na pele tendem a ser maiores, o que suaviza as marcas de fadiga.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Cistite

Estou postanto sobre a doença para que todas nós fiquemos cientes da doença.
Informação nunca é demais né???



O que é cistite
A cistite é uma inflamação da bexiga. Essa condição afeta mais freqüentemente as mulheres, mas pode ocorrer em ambos os sexo e todas as faixas etárias. Há vários tipos de cistite, como:
* Cistite bacteriana, o tipo mais comum, o qual geralmente é causada por bactéria coliforme sendo transferida do intestino para a bexiga através da uretra.
* Cistite intersticial é considerada mais uma lesão da bexiga resultando em irritação constante e raramente envolve a presença de infecção. A causa da cistite intersticial é desconhecida, mas suspeita-se que ela possa ser autoimune, quando o sistema imunológico ataca a bexiga.
* cistite eosinofílica é uma forma rara de cistite que é diagnosticada por biópsia. Nesses casos, a parede da bexiga é infiltrada com altas números de eosinófilos (tipo de glóbulo branco). A causa da cistite eosinofílica é desconhecida, porém ela pode ser engatilhada em crianças por certos medicamentos.
* cistite por radiação geralmente ocorre em pacientes passando por radioterapia para tratamento de câncer.
* cistite hemorrágica.

Causas, incidência e fatores de risco para a cistite
A cistite ocorre quando o trato urinário inferior (uretra e bexiga) é infectado por bactéria e fica irritado e inflamado. Cistite geralmente afeta mulheres sexualmente ativas de 20 a 50 anos, mas também pode ocorrer em pessoas que não são sexualmente ativas e de faixa etária mais jovem. Cistite é rara em homens. As mulheres têm maior probabilidade de desenvolver cistite porque sua uretra é menor, então a bactéria não precisa viajar tanto para entrar na bexiga, e também devido à distância relativamente pequena entre a abertura da uretra e o ânus. 
O intercurso sexual pode elevar o risco de cistite porque a bactéria pode ser introduzida na bexiga através da uretra durante a atividade sexual. Uma vez que a bactéria entra na bexiga, ela geralmente é removida pela urina. Entretanto, quando a bactéria se reproduz mais rapidamente do que é eliminada pela urina, ocorre infecção. Fatores de risco para cistite incluem obstrução da bexiga ou uretra com resultante estagnação da urina, inserção de instrumentos no trato urinário (como cistoscopia), gravidez, diabetes, nefropatia analgésica ou nefropatia de refluxo.

Idosos de ambos os sexos têm risco maior de desenvolver cistite devido ao esvaziamento incompleto da bexiga associado a condições com hiperplasia prostática benigna, prostatite e estenose uretral (estreitamento da uretra). Ainda, a falta de ingestão adequada de fluidos, incontinência fecal, diminuição da mobilidade são situações que podem elevar o risco de cistite.

Sintomas da cistite

* Pressão no pélvis inferior.
* Necessidade de urinar freqüente ou urgente.
* Necessidade de urinar durante a noite.
* Cor anormal da urina, similar a infecção no trato urinário.
* Sangue na urina.
* Odor forte da urina.

Tratamento para cistite

Em idosos e pessoas com diabetes, uma vez que existe o risco da infecção se alastrar para os rins, e devido à alta taxa de complicação nessa população, o tratamento imediato é quase sempre recomendado. É aconselhado evitar penetração vaginal até que a infecção seja curada. Para controlar a infecção bacteriana são utilizados antibióticos. É vital que o tratamento com antibióticos, uma vez começado, seja completado. A escolha do antibiótico é preferencialmente guiada pelo resultado da cultura da urina. O monitoramento da cistite inclui culturas de urina para certificar que a bactéria não está mais presente na urina.

Possíveis complicações decorrentes da cistite

A maioria dos casos de cistite é desconfortável, porém desaparece sem complicações depois do tratamento. Entre as possíveis complicações estão:
* Infecção no trato urinário crônica ou recorrente.
* Pielonefrite (infecção do trato urinário ascendente que atingiu a pelve do rim).
* Insuficiência renal aguda.


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